Szentendre é uma cidade pequenina que conserva os
traços medievais.
Com ruas
de paralelepípedos e construções em estilo barroco antigo.
Muitos
museus que ali representam seus antigos habitantes: Sérvios, húngaros, alemães,
magiares, eslovacos, romanos, polacos etc.
Bonitas
igrejas: católica-romana; calvinista; luterana, greco-católica e outras mais
recentes.
Desde o
início do séc. XX, ali se concentram artistas das mais variadas nacionalidades
e se destacam artesãos em masipan (maçapão), com dois museus nessa
especialidade.
Nas três fotos apresentam-se: Praça Principal, Igreja Ortodoxa Sérvia e Serbian Orthodox Church.

A igreja ortodoxa mais bonita também se encontra na praça Maior de
Szentendre.
É uma igreja de
sérvios, chama-se Blagovesztenszka que significa Nossa Senhora da Anunciação.
Construída em meados do
século XVIII, em estilo barroco-rococó. Além da igreja e dos edifícios, no meio da Praça Maior
encontramos uma cruz ortodoxa feita pelos sobreviventes da epidemia mais
terrível de peste que jamais afligiu a Hungria, em 1763. A construção da cruz
foi financiada pela Companhia Comercial dos Sérvios Privilegiados da vila. Nesta cruz não há
nenhuma escultura porque a religião ortodoxa não o permite, mas tem imagens
pintadas — o que é permitido — de vários santos ortodoxos.
Aqui
se tem duas vistas do centro da cidade.
Curiosamente,
aqui em Szentendre nasceu o mundialmente famoso Pulitzer, colunista da
cidade e da história da educação, bem como da história
do seu povo judeu.
E aqui ainda existem os restos de uma antiga
escola e sinagoga judaica - elhurcolásukig.
Nascido
no seio de uma família judia relativamente abastada (seu pai era um influente
comerciante), foi educado em escolas privadas na cidade de Budapeste (37
km de Szentendre). Com 17 anos decidiu tornar-se soldado e tentou ingressar nos exércitos Austríaco e Britânico
não tendo, todavia, conseguido, devido à sua frágil saúde e
débil visão. Em 1864 decidiu emigrar para os EUA, onde serviu nas
fileiras do exército federal, num regimento de cavalaria, durante a Guerra de
Secessão.
Pulitzer falava fluentemente Alemão, Francês, Húngaro e Inglês.
Depois
da guerra, trabalhou em St. Louis, tendo exercido profissões como carregador,
bagageiro e empregado de mesa, enquanto estudava na Biblioteca, Inglês e
Direito, participava na política (em 1869 foi
membro da legislatura do Missouri).
Depois me diga se as fotos abriram bem.
saul - sgs@terra.com.br
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